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BRASIL, Sudeste, BELO HORIZONTE, Homem, de 20 a 25 anos, Arte e cultura, Livros
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Poço de Idéias


mudei!

pra falar a verdade, mudei! mudei sim, mudei de blog. para acessar meu novo blog,

http://fechadoparabalanso.blogspot.com/

saudações à todos!



Escrito por Rafael às 14h37
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a única coisa que eu sei é que tudo está (é um estado, não uma condição) numa grande incerteza; pensei em abandonar este blog, pensei também em mudar, um blog maior, com mais espaço, trala la la la la; sei que estou tentando me desfazer um pouco desse mundo virtual, manter umas poucas amizades www que tenho; engraçado que, ultimamente, tenho ido poucas vezes à faculdade de letras, permanecido mais tempo na fafich, me dedicando um pouco mais às minhas cargas de leitura e ao meu curso, bom sinal, acho que estou saindo das minhas crises acadêmicas e me interessado mais pelo meu curso. um reflexo das minhas andanças pessoais, do meu atual estado de aparente ordem e... dá pra escrever sem medo. sem medo de errar; bom sinal. pelo começo;

Escrito por Rafael às 17h59
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o homem está condenado a ser livre

droga! minhas férias estão acabando e não fiz tudo aquilo que queria fazer. não terminei de ler "a idade da razão", pra falar a verdade ainda estou na 50ª página (são 365;  se eu ler uma por dia, em um ano termino de ler o livro), pra falar a verdade não li nem a reportagem da cult sobre sartre, claudinha que me perdoe; e durante as aulas é praticamente impossível ler além dos textos acadêmicos, são muitos, horrorosamente muitos. então, como não terminarei de ler em 4 dias, ficará na vontade e no quase... quase... já li quase tantos livros... não por não serem bons, mas por não poder dar continuidade às minhas leituras naquele momento; e a gente conhece outros livros e começa a ler outros, e conhece mais outros, e começa a ler mais outros... bom, preciso terminar de ler "diante da dor dos outros", de susan sontag, que é mais um dos outros...

Escrito por Rafael às 10h40
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Sobre Diamantina - Diálogos Possíveis

Participei, durante esta semana, da 37ª edição do Festival de Inverno da UFMG, em Diamantina. Participei da oficina "Introdução à Transdisciplinaridade", com Cacá Brandão, professor da Escola de Arquitetura da UFMG e roteirista do grupo Galpão. Ao final da oficina, foi solicitado um texto, de cada participante, que falasse sobre a cidade de Diamantina, relacionado com o tempo (tema de uma discussão multidisciplinar feita uma dia antes), com uma abordagem transdisciplinar, de acordo com a área de conhecimento representada por cada um dos participantes. Acho que não fui muito feliz na abordagem transdisciplinar, falei sobre o tempo. Vou transcrever meu texto:

" O viver, o fazer, o sentir, os olhares no cotidiano, no tempo da cidade de Diamantina. Sem altos prédios nem arranha céus, mas com um ar provinciano e suas construções que falam, ouvem, pensam, que dão imponência à cidade, de um passado presente, vivo e atuante, perceptível nas ruelas, nas igrejas, numa fonte. Um passado que vive o cotidiano, presente nos ponteiros dos relógios e no amanhã, na forma como seus moradores expressam sua cultura, concebem o mundo, constroem suas casas, celebram suas festas, contam suas lendas, devotam seus deuses, estabelecem diálogos. Um passado, que pouco importa de 300 anos ou 5 minutos, que estabelece relações, tornam esses diálogos possíveis, presente na leveza de conceber diamantina".



Escrito por Rafael às 14h40
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Parte 1

-         Olá!

-         Quem é você?

-         Eu sou você.

-         Não pode.

-         Por que?

-         Porque eu sou eu e você é você.

-         Não, eu sou você e você sou eu.

-         Não, você é você e eu sou eu.

-         Não, você sou eu e eu sou seu inconsciente.

-         Eu sou eu e você é o meu inconsciente?

-         Logo, eu sou você.

-         Não pode, se você sou eu, como não sabia disso?




Escrito por Rafael às 08h19
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Parte 2

-         Por questões óbvias; eu sou seu inconsciente, se você soubesse não seria inconsciente.

-         Mas agora eu sei.

-         Sim, prazer! Seu inconsciente!

-         Não pode, você não sou eu.

-         Eu faço parte de você; eu sou você!

-         Estou com medo...

-         Por que?

-         Porque eu não estou sozinho; estou acompanhado por desconhecidos.

-         Não precisa ficar com medo; esses desconhecidos são você mesmo.

-         Não pode; desconheço diversas ciências, mas eu, eu me conheço.

-         Sim, eu sou seu inconsciente, logo sou você, logo você me conhece – prazer!



Escrito por Rafael às 08h19
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Parte 3

-         Não pode... Você não é mais meu inconsciente.

-         Sim, sou seu inconsciente, prazer!

-         Mas eu te conheço!

-         Já não fomos apresentados antes?

-         Estou com medo...

-         Por que?

-         Sinto-me sozinho, acompanhado por desconhecidos...

-         Não somos desconhecidos, somos você.

-         Eu?

      -    Sim, prazer em conhecê-lo!

 



Escrito por Rafael às 08h19
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Festival de Curtas !!!

Eu, como bom cinéfilo, apreciador da 7ª arte e como agente de divulgação de programação cultural free, informo-lhes que, a partir de 21 de julho do corrente ano, inicia-se, no Palácio das Artes (ai, ai, ai ...) o 7° FESTIVAL INTERNACIONAL DE CURTAS DE BELO HORIZONTE.

É muito bom! Curtas de diversas partes do mundo (diversas mesmo, de um mocado de países, não é só dos EUA, Inglaterra e França, não), premiação (foi lá que ganhei minha cortesia durante um final de semana, num hotel de uma determinada rede), júri popular, e tudo. Sem contar que o Palácio das Artes (o cine Humberto Mauro, mais precisamente) acabou de ser reformado (pena que retiraram o café que havia lá) e vale a pena conferir o visual novo.

http://www.festivaldecurtasbh.com.br/



Escrito por Rafael às 15h28
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Andorinha


Andorinha lá fora está dizendo:
— "Passei o dia à toa, à toa!"


Andorinha, andorinha, minha cantiga é mais triste!
Passei a vida à toa, à toa . . .

(Manuel Bandeira)

O desejo de fazer um bem pra humanidade, de descobrir a cura de uma doença até então incurável, de acabar com uma guerra, de acabar com a fome, com a corrupção, de se sentir útil para os outros, de alguma forma. Hoje conversei com uma amiga sobre isso. Sua insaciedade em fazer algo de útil, grandioso, para alguém, para Deus ... decidimos viver o cotidiano, step by step. O que fez o poeta em toda a sua vida? O que não fez? Quais sonhos não realizados, quais vontades insatisfeitas, o que o levou a passar a vida à toa, à toa? Não teria conquistado ninguém? (aqui me coloco contra aquela idéia de Saint-Exupéry, que somos eternamente responsáveis por aquilo que cativamos - uma falácia, na minha opinião). Onde estaria a nossa realização? Em que está baseada os nossos ideais, nossos sonhos? Bom, nesse momento, quero ler um livro com meu priminho.



Escrito por Rafael às 16h52
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Olhar Viajante - parte 2

Interessante na exposição é que o fotógrafo focaliza as pessoas nos seus afazeres cotidianos, não é aquela posição, ou vestimenta, ou sei lá o que, arrumada, premeditada. Olhares do cotidiano, duma cerimônia de candomblé, duma pesca, duma colheita, dum momento de descanso. A sensação de vida através da fotografia; semelhantemente aos relatos (só li um) etnográficos de B. Malinowski, que trazem a sensação de vivência na cultura (no caso, os trobriandeses do pacífico ocidental).

 



Escrito por Rafael às 16h13
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Olhar Viajante - Pierre Verger

Fui à exposição "Olhar Viajante", um trabalho de "etnografia visual", feita pelo antropólogo e fotógrafo francês Pierre Verger. Esta exposição mostra um pouco do seu trabalho, que focalizou, sobremaneira, a população negra de alguns países da África Ocidental e do Brasil. Uma exposição simplesmente indescritível; vale a pena visitar.

http://www.palaciodasartes.com.br/visualiza_evento.asp?cod=986

 



Escrito por Rafael às 17h12
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El Amor - Outono de 2005 (BESTEIROL)

- Consideraciones de Afrânio sobre el amor - Outono de 2005.

- ! Me gustaria mucho morir e pásion (não dá pra colocar aquele sinal invertido típico do espanhol)! - !San Antônio que te cuide!

- Solo el amor puede curas las heridas (feridas) de un corazón que mucho sufrió. Pero puede también hacer sufrir mucho más lo corazón herido.

- Las chicas que no tienen novio son muy infelices. (Comentário: dependendo no "novio", as que tem são ainda mais).

- !Cuando amas una persona, los angeles se acercam de ti para darte fuerza en el corazón, sino el puede explodir de pasión!

- !El amor es el mayor milagro de Dios, ya que hasta mismo los animales necesitan amar! (No es lo caso, los animales, en verdad TREPAM, hacem lo coito selvage!!! Pero esto es una consecuéncia del amor, ocurre también con nosotros.

- Por amor hacemos de todo, incluso matar.

Pensamentos de Afrânio sobre o AMOR. Outono de 2005. 



Escrito por Rafael às 16h27
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Estou ouvindo: "Carly Simon / Nobody Does It Better"

Quando tinha 13 anos, fui às Lojas Americanas comprar um CD da Carly Simon - "Greatest Hits Live", adorava a música "You're So Vain"; mas, por um motivo irrelevante, não o comprei no dia. Hoje estou ouvindo "Nobody Does It Better". Linda. Acho que a minha vida teria sido mais feliz se tivesse comprado aquele CD naquele dia.

Escrito por Rafael às 21h00
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" At night when all the world's asleep
The questions run soo deep
For such a simple man"

The questions run soo deep
For such a simple man


Escrito por Rafael às 14h58
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E eu considero esta questão da exposição exacerbada na WEB como algo relativo; o indivíduo coloca aquilo que quer, aquilo que considera como conveniente colocar ou não. Ninguém precisa saber, por exemplo, que eu estava, na semana passada, com uma terrível dor nos testículos; posso colocar, somente se eu quiser, que já fui num show de Sandy e Junior quando adolescente e que já chorei, quando criança, por não ir a um show da XUXA. Estas questões ficam a critério do internauta (essa "verbalização" de termos da www: blogar, internauta, deletar, orkuticídio; o dinamismo da lingua se adaptado às condições sociais do homem moderno). Sem contar que as pessoas que fazem cara feia para as novas tecnologias, esquecem que, na sociedade moderna, a informação é extremamente valorizada; que os homens pós-modernos se comunicam através de ICQ, Messenger, chat, mesmo se o seu interlocutor estiver há cerca de 3 quarteirões da sua casa; ou que o seu interlocutor não é bem exatamente ela (ou ele, não se tratando de um ser andrógeno) ; nem que possui olhos verdes, 1,89 de altura, pós graduação, corpo malhado, etc, etc, etc ...

Escrito por Rafael às 16h21
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